Crédito rural, regularização ambiental e competitividade no agro precisam avançar juntos

Em artigo publicado no Valor Econômico, Leila Harfuch e Tasso Azevedo, membros do Grupo Estratégico da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, defendem que o adiamento das novas regras do crédito rural até 2027 deve ser utilizado para aperfeiçoar a implementação das medidas, e não para enfraquecer o combate ao desmatamento ilegal.

O artigo destaca que produtores com passivos ambientais precisam de caminhos viáveis, transparentes e monitoráveis para regularização, garantindo segurança jurídica e retomada do acesso ao crédito rural.

Entre as propostas apresentadas estão mecanismos semelhantes a um “Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) por adesão”, com critérios padronizados, compromissos de recomposição ambiental, monitoramento contínuo e responsabilização sem anistia.

Mais do que ampliar a fiscalização, o desafio é construir soluções que conciliem produção agropecuária, competitividade e conservação ambiental.

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